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Este DLC contém um Caçador, duas Armas e uma Ferramenta:
Colecionador de Caveiras
O Colecionador de Caveiras é guiado por um orgulho animalístico. Os troféus da sua coleção foram tomados de suas vítimas ainda vivas, e as runas entalhadas na sua máscara servem para atrair as presas mais selvagens e ferozes ao seu território.

Golpe Repentino
O medo infiltra os ossos e amaldiçoa quem quer os pegue para si. Quanto maior for o pânico antes da morte, mais forte é a maldição. Já este Krag Franco-Atirador garante que os ossos das suas presas estejam intocados pelo medo.

Pancada Enganosa
Alguns Caçadores se gabam de incapacitar um Alvo, exagerando contos de trocas de tiros e de monstros derrotados. E se eles não tiverem troféus ou provas de seus feitos, o Colecionador de Caveiras enfia uma bala diretamente na origem das histórias com esta Sparks Pistola.

Cobra na Grama
"O fim do sonhador é causado pela sua falta de atenção aos detalhes reais, como a serpente aos seus pés." O Colecionador de Caveiras criou esta Armadilha de Urso para punir Caçadores distraídos demais contando seus Vales de Recompensa para prestar atenção ao chão.

Caveiras são guardadas como troféus desde que os homens das cavernas aprenderam a usar seus tacapes. Elas são os verdadeiros símbolos da habilidade de um caçador e falam muito mais alto do que qualquer história de perseguição e abate. Por isso, quando o Colecionador de Caveiras entrava na estalagem, todos os caçadores faziam silêncio. Ele trazia consigo as caveiras de uma vida inteira dedicada à arte de matar criaturas, inclusive algumas tão raras que o mundo já as tinha esquecido; ossos que contavam a sua história. A garra na cintura falava de uma semana escalando picos gelados para degolar uma águia gigante. Os dentes de sabre nas costas relatavam a lenda de quando ele abatera o último indivíduo de uma espécie com uma lança primitiva em meio a uma tempestade.
Mas revirar o mundo em busca das presas mais raras apenas levou o Colecionador de Caveiras ao desespero, pois não restavam mais mitos por caçar. Seus abates viraram rituais e ficaram cada vez mais perigosos. Ele foi atrás de unicórnios-do-mar para cortar seus chifres e usá-los para empalar ursos-polares, rasgou anacondas ao meio em fogueiras cerimoniais, estripou lobos e arrastou suas carcaças montanha acima para estirá-las sobre pentagramas e invocar presas ainda maiores.
Cada morte ritualística rendeu visões que apontavam para o sul, onde ele encontrou os rastros de criaturas tremendas cujo fedor de morte e carne podre envenena o ar que as cerca. Lá pescadores contaram de berros assombrosos e gritos pela noite. E, após perseguir os párias que adentravam o local, o Colecionador de Caveiras ouviu contos de um jacaré pré-histórico que rola em piche e relâmpagos, murmúrios a respeito de uma aranha grande o bastante para matar um búfalo e de demônios capazes de fazer fogo.
Tudo o levou a capturar um desses Caçadores, a roubar a substância que eles se injetam em seus rituais para ter acesso a presas raras sem fim e a esse paraíso feito para ele.
Este DLC contém um Caçador, duas Armas e uma Ferramenta:
Colecionador de Caveiras
O Colecionador de Caveiras é guiado por um orgulho animalístico. Os troféus da sua coleção foram tomados de suas vítimas ainda vivas, e as runas entalhadas na sua máscara servem para atrair as presas mais selvagens e ferozes ao seu território.

Golpe Repentino
O medo infiltra os ossos e amaldiçoa quem quer os pegue para si. Quanto maior for o pânico antes da morte, mais forte é a maldição. Já este Krag Franco-Atirador garante que os ossos das suas presas estejam intocados pelo medo.

Pancada Enganosa
Alguns Caçadores se gabam de incapacitar um Alvo, exagerando contos de trocas de tiros e de monstros derrotados. E se eles não tiverem troféus ou provas de seus feitos, o Colecionador de Caveiras enfia uma bala diretamente na origem das histórias com esta Sparks Pistola.

Cobra na Grama
"O fim do sonhador é causado pela sua falta de atenção aos detalhes reais, como a serpente aos seus pés." O Colecionador de Caveiras criou esta Armadilha de Urso para punir Caçadores distraídos demais contando seus Vales de Recompensa para prestar atenção ao chão.

Caveiras são guardadas como troféus desde que os homens das cavernas aprenderam a usar seus tacapes. Elas são os verdadeiros símbolos da habilidade de um caçador e falam muito mais alto do que qualquer história de perseguição e abate. Por isso, quando o Colecionador de Caveiras entrava na estalagem, todos os caçadores faziam silêncio. Ele trazia consigo as caveiras de uma vida inteira dedicada à arte de matar criaturas, inclusive algumas tão raras que o mundo já as tinha esquecido; ossos que contavam a sua história. A garra na cintura falava de uma semana escalando picos gelados para degolar uma águia gigante. Os dentes de sabre nas costas relatavam a lenda de quando ele abatera o último indivíduo de uma espécie com uma lança primitiva em meio a uma tempestade.
Mas revirar o mundo em busca das presas mais raras apenas levou o Colecionador de Caveiras ao desespero, pois não restavam mais mitos por caçar. Seus abates viraram rituais e ficaram cada vez mais perigosos. Ele foi atrás de unicórnios-do-mar para cortar seus chifres e usá-los para empalar ursos-polares, rasgou anacondas ao meio em fogueiras cerimoniais, estripou lobos e arrastou suas carcaças montanha acima para estirá-las sobre pentagramas e invocar presas ainda maiores.
Cada morte ritualística rendeu visões que apontavam para o sul, onde ele encontrou os rastros de criaturas tremendas cujo fedor de morte e carne podre envenena o ar que as cerca. Lá pescadores contaram de berros assombrosos e gritos pela noite. E, após perseguir os párias que adentravam o local, o Colecionador de Caveiras ouviu contos de um jacaré pré-histórico que rola em piche e relâmpagos, murmúrios a respeito de uma aranha grande o bastante para matar um búfalo e de demônios capazes de fazer fogo.
Tudo o levou a capturar um desses Caçadores, a roubar a substância que eles se injetam em seus rituais para ter acesso a presas raras sem fim e a esse paraíso feito para ele.